Imagem 4

Cores de 2026: O Erro Comum que Pode Arruinar seu Projeto

Todo ano é a mesma coisa: as marcas lançam as “cores do ano” e muita gente sai pintando paredes sem estratégia. O resultado? Ambientes que cansam rápido ou que não conversam com o restante da casa. Se você acompanha nosso Diário de Obra, sabe que aqui no escritório Arthur Calliari, a gente não segue moda, a gente cria soluções duradouras.

Para 2026, a Pantone trouxe o Cloud Dancer (um branco etéreo) e a Suvinil apostou no Tempestade e Cipó da Amazônia. Mas como o Arthur usa isso na “vida real” de uma obra em Curitiba?

Cloud Dancer: Não é “Só um Branco”

A Pantone diz que o Cloud Dancer é um sopro de calma. Na prática do escritório, a gente usa esse tom como uma ferramenta de amplitude.

Se você tem um apartamento compacto, esse branco não é apenas estético; ele é técnico. Ele reflete a luz de Curitiba (que muitas vezes é cinzenta) e faz o espaço parecer maior. É a “tela em branco” que usamos para destacar aquela marcenaria de alto padrão da Florense ou os detalhes em madeira que você viu no projeto da Casa da Bisa.

Tempestade e Cipó: O Drama e o Equilíbrio

Enquanto a Pantone limpa o olhar, a Suvinil traz o contraste.

  • Tempestade: É um rosa acinzentado com “drama”. Sabe aquele lavabo que a gente quer que seja impactante? Ou aquele detalhe na marcenaria da Clínica Sorriso Aberto? É aí que ele entra. Ele traz personalidade sem tirar a paz do ambiente.
  • Cipó da Amazônia: É a conexão com o que é natural. Em nossas reuniões de marcenaria (como a que tivemos com a Movelaria Oliveira ), sempre buscamos cores que substituam padrões sintéticos por algo que pareça vir da terra. O Cipó faz exatamente isso.

O Bastidor: A Cor no Orçamento

Aqui entra o “jeito Arthur” de trabalhar. Escolher a cor do ano é fácil; o difícil é fazer ela caber no seu bolso sem perder a qualidade.

Na última ata de reunião da Casa da Bisa, mostramos como substituímos padrões caros por cores similares para gerar uma economia de 30% no orçamento. Usar as tendências de 2026 exige esse olhar: saber qual tinta entrega o efeito visual da Pantone ou da Suvinil, mas com o melhor custo-benefício para a sua obra.

O segredo não é a cor, é a intenção. Quer saber como aplicar essas misturas no seu espaço sem erro?


Pintar a Casa Toda

Preciso pintar a casa toda com a cor do ano?

De jeito nenhum. A cor do ano é um tempero. O Arthur gosta de usar tons como o Cloud Dancer como base e as cores mais fortes em detalhes que você pode mudar facilmente depois.

Combina com Madeira

Essas cores combinam com madeira?

Sim! Especialmente o Cipó da Amazônia. Na marcenaria, a gente sempre busca tons que “abracem” a madeira, como discutimos nos projetos de interiores do escritório

Pantone ou Suvinil

Como escolher entre Pantone e Suvinil?

A Pantone dita o conceito global. A Suvinil traz a praticidade da lata de tinta. No escritório, a gente traduz o conceito da Pantone para as misturas reais que o pintor vai usar na sua parede.

Cansaço das Cores

Essas cores cansam rápido?

Se usadas sem estratégia, sim. Por isso o gerenciamento de projeto é vital: a gente equilibra o “drama” da cor Tempestade com a neutralidade do Cloud Dancer para o ambiente ser eterno.

Arthur Escolhe a Cor

O Arthur Calliari ajuda a escolher as cores da minha obra?

Com certeza. Isso faz parte do nosso processo de curadoria de interiores e acompanhamento de obra, garantindo que o resultado final seja exatamente o que você sonhou (ou melhor).

Gostou do conteúdo? Compartilhe!

Artigos relacionados

Utilizamos Cookies em nosso Website para aprimorar a sua experiência de navegação. Assim podemos sugerir conteúdos mais relevantes e de seu interesse. Ao navegar pelo nosso Site presumimos que você concorda. Consulte nossa Política de Privacidade.